segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CONCÍLIO EXTRAORDINÁRIO

Aconteceu neste domingo dia 24 de outubro em nossa Catedral Diocesana o Concílio Extraordinário com a missão de eleger o bispo coadjutor, o qual será nosso diocesano a partir de abril do próximo ano. Como Dom Jubal, nosso diocesano, está se recuperando de uma enfermidade, a presidência do Concílio esteve sob responsabilidade do Primaz, Dom Maurício Andrade.

A Região Diocesana Noroeste esteve representada neste Concílio através de seu Arcediago Rev. Antônio Ryscak, da Revda. Iris Valderes, da Coordenadora Diocesana da Umeab Míriam Lopes Ryscak, e de seus dois delegados leigos: Rudi Weiland e Enio Huwe.

Nesta primeira etapa o nome escolhido foi o Rev. Francisco de Assis Silva, atual Secretário Geral da IEAB. Na sequência do processo passam a ser consultados os bispos em atividade na IEAB, bem como os Conselhos Diocesanos. Após termos um resultado positivo a respeito do nome do Rev. Francisco, o Primaz emitira o Mandato de Sagração, a partir do que passamos a ter um Bispo Eleito.

Temos a certeza de que a vontade de Deus esteve acima da nossa, e que seu Santo Espírito esteve nos orientando durante este Concílio e continuará dirigindo os passos da Diocese Sul Ocidental neste novo episcopado.

Entrada
Celebração Eucarística





Dom Maurício Andrade - Pregador
Dom Maurício Andrade


Presidente do Concílio, Autoridade Eclesiástica e Secretários
Rev. Côn. Francisco de Assis Silva


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

SEMINÁRIO SOBRE DROGAS

Participamos na manhã desta quinta-feira, dia 21 de outubro, do Seminário sobre drogas promovido pelo COMAD (Conselho Municipal Anti-Drogas), o qual aconteceu no Centro de Pastoral da Igreja Matriz Católica de Horizontina.

O seminário teve a participação de Escolas Públicas e Particulares, Grupo Ecumênico de Horizontina (Igrejas: Episcopal Anglicana, Católica Romana, Evangélica Luterana), Brigada Militar, Poder Municipal através das diversas secretarias que atuam no município e através do próprio Prefeito Municipal Sr. Irineu Colato. Tivemos como palestrante a promotora DrªAna Paula, a qual destacou a importância do trabalho em rede entre as entidades que lutam à favor da vida e contra as drogas. Somente com um trabalho articulado e organizado conseguiremos vencer a batalha contra as drogas.

O seminário deixou como desafio promover outra atividade trazendo representantes jovens, principais vítimas das drogas, para saber deles o que gostam de fazer, que atividades poderiam ser criadas para atraí-los. Pois não basta trabalhar somente na consequência, é necessário atuar na causa do problema, criando atividades que ocupem e insetivem os jovens a dizerem não as drogas.

Essa é mais uma atividade que vem se somar a outras tantas que lutam pela vida plena em nossa cidade. Quanto mais entidades envolvidas, quanto mais organizadas e articuladas elas estiverem a vida terá mais espaço e poderá ser vivida mais plenamente.

Que o Deus da Vida abençõe ações em prol da vida e nos inspire na construção de uma sociedade mais digna e plena.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

DIA DO PROFESSOR

Celebramos neste dia 15 de outubro, 19h30m, Culto Ecumênico pelo Dia do Professor. Participaram os representantes das Igrejas: Evangélica Luterana do Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Católica Romana, Evangélica Congregacional do Brasil, e é claro, um grupo bem representativo de professores e professoras, tanto atuantes como aposentados.

Uma abençoada e inspirada celebração de louvor e adoração à Cristo Jesus, o Mestre de todos os mestres. Mais uma atividade ecumênica que vem para fortalecer os laços entre cristãos e cristãs das diversas igrejas de nossa cidade.

A todos os professores e professoras nossos parabéns e obrigado por serem estas pessoas especiais em nossas vidas, nos instruindo e capacitando para melhor utilizarmos os dons que Deus nos deu no mundo que nos cerca. 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

"LEVANTA-TE E ANDA. A TUA FÉ TE SALVOU"

Se acompanharmos a narrativa de todo o capítulo 17 de evangelho de Lucas encontraremos em seu verso 5 o clamor dos discípulos à Jesus, nestes termos: “aumenta-nos a fé”. Desenvolvendo-se a partir daí uma reflexão sobre a importância da fé na vida do crente. No trecho indicado pelo Calendário Liturgico para o 20º Domingo depois do Pentecostes Lc 17,11-19 vemos o que a fé pode conceder a um crente. Esta fé é comunhão plena com Deus, o que envolve oração, dedicação de vida e de dons, e essencialmente ação de graças, no sentido de que tudo que temos e que somos é de Deus, Ele nos deu gratuitamente e, portanto, devemos elevar sempre o nosso louvor a Ele.

Acompanhemos a narrativa indicada. Jesus está à caminho de Jerusalém, um grupo de dez leprosos ao vê-lo passar clama em alta voz: “Jesus, Mestre, compadece-te de nós”. Jesus os envia ao sacerdote, pois ele como autoridade religiosa poderia reintegrá-los a sociedade, é claro, se estes estivessem curados – pois lepra era considerada uma doença com teor religioso, ou seja, castigo de Deus.  No caminho todos são purificados, Deus atende seu clamor e concede-lhes a cura. Mas, algo no mínimo estranho, acontece depois. Somente um volta correndo à louvar e bendizer a Deus, rendendo graças por ter alcançado a benção. Jesus ao vê-lo pergunta “não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove?” Poderia o curado ter respondido em uma em tom de humor – já ganharam o que queriam agora não precisam mais de Deus, ou seja, quando por causa de sua doença foram excluídos da sociedade, enfrentando dor, fome, e muitas outras atrocidades se lembraram de Deus e a Ele clamavam por compaixão, mas depois de alcançarem a cura voltam a viver, esquecendo-se de Deus.

Na seqüência da narrativa do evangelho aparece outro fator importantíssimo. Este homem que recebeu a cura e voltou para agradecer a graça recebida era um samaritano. Fazia parte de um povo visto pelos judeus como descrente, pecador e fora da possibilidade de receber a salvação. Mas embora, sendo samaritano ele demonstra ser alguém muito temente a Deus, e neste caso muito mais que os judeus, tidos como crentes verdadeiros, povo eleito. Isso nos leva a concluir que a salvação através de Jesus vem para toda a humanidade, não somente para um povo específico, e ainda, que muitas vezes aquelas pessoas que a princípio são condenadas por nós, ditos crentes, são as verdadeiras herdeiras da salvação. Quantas vezes julgamos aos outros e afirmamos sem nenhum constrangimento que está ou aquela pessoa é pecadora, que está ou aquela pessoa é isto ou aquilo, mas o que devíamos fazer sim é ver como nós estamos andando e nos portando tendo como regra os ensinamentos de Jesus. Estamos fazendo nossa oração diária? Estamos indo aos cultos – momentos de oração comunitária? Tenho tratado com amor e respeito a todos que se achegam a mim? Fé não é uma questão de conteúdo técnico-teológico, não é uma questão de somente ser ou não sócio de uma igreja e, sim de comunhão com Deus. Essa comunhão se percebe no jeito de ser e de viver da pessoa, destacando-se gestos de humildade, doação ao próximo, devoção espiritual - com oração particular e freqüência aos cultos, em síntese em sua vida de amor/comunhão para com Deus e com os irmãos.

A afirmação final de Jesus neste trecho do evangelho me parece central: “levanta-te e vai; a tua fé te salvou”. Aquele clamor dos discípulos de Lc 17,5 ganha mais valor ainda, pois se a fé é a garantia, a causa da salvação, devemos clamar diariamente à Deus para que ele nos aumente a fé, pois sem ela nada somos e nada podemos. Sem fé não chegaremos a lugar algum no caminho da salvação. Esta afirmação de Jesus também nos deixa claro que a salvação não vem por intermédio de uma pessoa, seja ela um bispo, um pastor ou padre. Estes sim desenvolvem um papel importante de inspiradores e desenvolvedores da fé, mas mesmo assim como instrumentos nas mãos de Deus, pois é dele que procede a benção, é Deus o autor da salvação.

Diante deste evangelho poderíamos refletir a partir de algumas questões: Ao estarmos em uma situação de sofrimento e dor nós clamamos a Deus e Ele sempre nos atende, mas nos lembramos em elevar a Ele nosso “muito obrigado Senhor”? Me lembro de Deus somente quando estou em dificuldades ou Deus é uma constante em minha vida? Tenho alimentado minha fé com orações particulares e a ida aos cultos ou só procuro quando enfrento algum problema?

Que Deus Senhor nosso, tenha misericórdia de nós e nos aperfeiçoe no caminho do bem, para que assim alcancemos a salvação.


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Carta Pastoral dos Bispos sobre Eleições 2010

“Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos,
Diz o Senhor, e os que contam,
e com as suas mentiras e leviandades fazem errar o povo.”
Jeremias 23,32

Vivemos mais um período eleitoral em nosso país. Há mais de duas décadas o povo brasileiro tem tido a possibilidade de eleger seus representantes. Com avanços consagrados na Constituição de 1988 e ao longo dos anos desde então, outras formas de participação popular se desenvolveram no monitoramento da atuação dos representantes e governantes, na decisão direta sobre temas polêmicos (através de plebiscitos ou referendos), e na concepção e implementação de políticas públicas (através de várias formas de consulta, fóruns e conselhos).
As igrejas cristãs brasileiras tiveram uma contribuição importante neste processo, mesmo quando tal contribuição não se estendeu à maioria de seus membros. Através de seus meios institucionais de expressão da voz da igreja, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil tem sido parte integrante destas iniciativas, permanentemente. Somos uma Igreja presente e atuante, que apesar de ser uma pequena parcela do Corpo de Cristo em nosso país, tem tido o privilégio de contar com irmãos e irmãs, bispos, clérigos e leigos, comprometidos, conscientes e atuantes na busca da justiça, da paz e do amor que encarnam os principais valores do Reino de Deus.
Este ano, elegeremos pessoas nos níveis federal e estadual, tanto na esfera executiva como legislativa. É hora de fazermos um balanço da atuação e das realizações dos que foram eleitos no último pleito. É hora de projetarmos nossas aspirações para o presente e o futuro e identificarmos responsavelmente aquelas forças políticas e pessoas que têm a credibilidade, a capacidade e o compromisso para viabilizar essas aspirações. O aperfeiçoamento democrático para o qual a Igreja tanto tem contribuído acaba de consagrar o instituto da idoneidade para os candidatos, através da chamada Ficha Limpa. Apesar de todas as conquistas das últimas décadas de vigência democrática, ainda há muito o que fazer para aproximar o que o país pode oferecer ao conjunto de seus cidadãos e cidadãs e o que de fato está a seu alcance, em termos de direitos, reconhecimento, bens e serviços. Não há democracia sólida sem justiça e liberdade para todos. Não há liberdade política autêntica sem palpáveis mudanças que permitam vida digna para todos. As eleições, sabidamente, não proporcionam respostas imediatas para essas questões, mas permitem duas coisas muito importantes: o debate público de temas, problemas e interesses que expresse a pluralidade de posições e mesmo os conflitos que marcam toda sociedade humana; e a escolha de projetos e pessoas cujas propostas e perfil se ajustem às aspirações da maioria.
Ainda é muito forte em nosso país uma atitude que privilegia o debate e as escolhas ligadas ao poder executivo. As candidaturas presidenciais e para os governos estaduais tomam quase todo o tempo de discussão, e as legislativas são apresentadas mais em função do apoio dado aos candidatos ao executivo do que em termos das plataformas de atuação dos representantes no legislativo. Nossa Igreja gostaria de insistir com seus membros, neste pleito, que dêem a devida atenção aos dois processos: nossas escolhas para o executivo darão a direção geral que queremos para nosso país e nossos estados, mas são as escolhas para o legislativo que darão conteúdo e meios de viabilização dos projetos apresentados pelos candidatos à Presidência e ao Governo dos Estados. Lembremos que o poder legislativo é a instância originária das leis que devem ser cumpridas pelos agentes públicos. É preciso que usemos de sabedoria, responsabilidade e agudo senso de justiça e verdade para não perdermos a oportunidade de elegermos representantes que estejam à altura de nossos valores e desejos. Que recusemos as vantagens fáceis, os presentes, os apertos de mão sorridentes de pessoas que após eleitas já demonstraram que não cumprem seus compromissos. Apliquemos em nossas escolhas o critério da Ficha Limpa e evitemos reconduzir políticos que não foram sérios na gestão da coisa pública. Que saibamos discernir entre os novos candidatos e candidatas, aquelas pessoas que de fato possuem experiências de serviço à população, especialmente aos muitos pobres, marginalizados e vítimas de preconceito e discriminação.
As eleições de 2010 são muito importantes como avaliação de um governo que serviu dois mandatos, no nível federal, dos governos estaduais que ora se encerram, mas também para avaliar a performance de nossos legisladores e legisladoras. Não percamos essa oportunidade que nossa matriz republicana nos oferece de selarmos nossa liberdade política com escolhas sérias e bem informadas. Leiamos, acompanhemos os debates, discutamos em nossas paróquias e missões, convidemos candidatos para debater conosco, de diferentes partidos e posições, sem pre-concepções. E decidamos de forma livre e responsável: o destino de milhões está ali, na ponta dos nossos dedos, na urna eletrônica. O voto é o único instrumento inalienável que temos para construir uma sociedade política madura e voltada para o bem comum.

Brasília, 16 de Setembro de 2010.

Dom Mauricio José Araujo de Andrade, Primaz, Brasília, DF
Dom Jubal Pereira Neves, Santa Maria, RS
Dom Orlando Santos de Oliveira, Porto Alegre, RS
Dom Naudal Alves Gomes, Curitiba, PR
Dom Sebastião Armando Gameleira Soares, Recife, PE
Dom Filadelfo Oliveira Neto, Rio de Janeiro, RJ
Dom Saulo Mauricio de Barros, Belém, PA
Dom Renato da Cruz Raatz, Pelotas, RS
Dom Roger Douglas Bird, São Paulo, SP
Dom Clóvis Erly Rodrigues, Emérito
Dom Almir dos Santos, Emérito
Dom Glauco Soares de Lima, Emérito
Dom Celso Franco de Oliveira, Emérito
-
Revdo Cônego Francisco de Assis da Silva
Secretário Geral da IEAB

sábado, 18 de setembro de 2010

PAI NOSSO GAÚCHO


"Em nome do Pai, do Filho e do Espírito santo e com licença, Patrão Celestial. Vou chegando, enquanto cevo o amargo das minhas confidências, porque, ao romper da madrugada e a descambar do sol, preciso campear por outras invernadas e repontar do Céu a força e a coragem para o entrevero do dia que passa. Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca e rebenque e esporas, não se afirma nos arreios da vida, se não se estriba na proteção do céu. Ouve, Patrão Celeste, a oração que Te faço, ao romper da madrugada e ao descambar do sol. Tomara que todo mundo seja como irmão! Ajude-me a perdoar as afrontas e a não fazer aos outros o que não quero para mim. Perdoa-me, Senhor, porque rengueando pelas canhadas da fraqueza humana, de quando em vez, quase sem querer, eu me sólto porteira-a-fora... Êta, potrilho chucro, renegado e caborteiro... Mas, eu Te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito. Ajude-me, Virgem Maria, primeira prenda do Céu. Socorre-me, São Pedro, capataz da Estância Gaúcha. Prá fim de conversa, vou Te dizer, meu Deus, mas somente prá Ti: que Tua vontade leve a minha de cabresto prá todo o sempre e até a Querência do Céu, AMÉM."

Joaquim Adão Ugo de Lima

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Carta Pastoral do Primaz a Diocese Sul-Ocidental - Enfermindade de Dom Jubal

Carta Pastoral à Diocese Sul Ocidental,
Ao Clero e Povo e muito especial minha irmã Eleci,

Animo-me a escrever  sustentado na palavra do Salmista “... Espera  no Senhor, anima-te e fortifique-se teu coração, espera, pois, no Senhor”. Salmo 27,14.
O momento é de espera e de fortalecer-se no Senhor que tem o dom da vida, e nele colocamos nossa esperança e fé, pois nosso Deus é o Deus dos impossíveis e é nisso que confiamos e vivemos.

Estive pessoalmente ao lado de nosso irmão Dom Jubal, orando e ministrando a benção da saúde. Acompanhando e expressando a solidariedade da Igreja e estando ao lado de Eleci. Agora estou unido a toda Igreja que em oração roga ao Pai pela saúde de Dom Jubal na certeza que Deus fará à sua vontade.

A Vida brota da esperança e cada momento é um novo começo e nesse momento quero convidar toda à Igreja Diocesana  a  unir- se  na fé e esperança pela vida e saúde de seu Bispo, Dom Jubal. Creio que vocês podem reafirmar meu sentimento de que Dom Jubal tem sido um homem que vive à Igreja e para Igreja; alguém que respira e transpira a paixão pela missão da Igreja. E exatamente nessa força que quero convidar a toda à Igreja a se manter em oração.

Como vosso Bispo Primaz e expressando o sentimento da Câmara dos Bispos, quero me solidarizar com o Revd Côn. José de Deus Luongo da Silveira , presidente do Conselho Diocesano, que em conformidade com o dispositivo canônico nos termos do art. 21, da Constituição da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, combinado com o Cânon 6, art. 3º, alínea “d”, dos Cânones Diocesanos, que neste contexto assumi  provisoriamente a tarefa administrativa diocesana juntamente com o Conselho Diocesano. Essa é uma tarefa que deve ser realizada na dimensão do serviço à Igreja, e com certeza conduzir todos os processos administrativos neste momento de enfermidade, até que Dom Jubal esteja novamente em plena capacidade de serviço.

Rogo ainda que, neste momento, toda Igreja Diocesana se una para se sentir “fortalecida com poder, mediante o seu Espírito.....e assim habite Cristo no vosso coração, pela  fé, estando arraigados e alicerçados em amor.” Efésios 3, 16,17.

Assim peço que nossas paróquias, missões e capelas estejam abertas para acolher o povo em oração. Peço que o clero, preferencialmente, dois a dois, separe um dia na semana para estar em oração, acompanhando e confortando Eleci em Santa Maria.

Irmãs e Irmãos, desejo que este seja um momento de unir  todos em um só coração, uma só fé e um só amor certos que Deus nos usa como “vasos de barro, para que a Excelência do poder seja de Deus e não de nós” II Corintios 4,7.


Do Vosso Primaz


Dom Mauricio Andrade