quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Carta Pastoral do Primaz a Diocese Sul-Ocidental - Enfermindade de Dom Jubal

Carta Pastoral à Diocese Sul Ocidental,
Ao Clero e Povo e muito especial minha irmã Eleci,

Animo-me a escrever  sustentado na palavra do Salmista “... Espera  no Senhor, anima-te e fortifique-se teu coração, espera, pois, no Senhor”. Salmo 27,14.
O momento é de espera e de fortalecer-se no Senhor que tem o dom da vida, e nele colocamos nossa esperança e fé, pois nosso Deus é o Deus dos impossíveis e é nisso que confiamos e vivemos.

Estive pessoalmente ao lado de nosso irmão Dom Jubal, orando e ministrando a benção da saúde. Acompanhando e expressando a solidariedade da Igreja e estando ao lado de Eleci. Agora estou unido a toda Igreja que em oração roga ao Pai pela saúde de Dom Jubal na certeza que Deus fará à sua vontade.

A Vida brota da esperança e cada momento é um novo começo e nesse momento quero convidar toda à Igreja Diocesana  a  unir- se  na fé e esperança pela vida e saúde de seu Bispo, Dom Jubal. Creio que vocês podem reafirmar meu sentimento de que Dom Jubal tem sido um homem que vive à Igreja e para Igreja; alguém que respira e transpira a paixão pela missão da Igreja. E exatamente nessa força que quero convidar a toda à Igreja a se manter em oração.

Como vosso Bispo Primaz e expressando o sentimento da Câmara dos Bispos, quero me solidarizar com o Revd Côn. José de Deus Luongo da Silveira , presidente do Conselho Diocesano, que em conformidade com o dispositivo canônico nos termos do art. 21, da Constituição da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, combinado com o Cânon 6, art. 3º, alínea “d”, dos Cânones Diocesanos, que neste contexto assumi  provisoriamente a tarefa administrativa diocesana juntamente com o Conselho Diocesano. Essa é uma tarefa que deve ser realizada na dimensão do serviço à Igreja, e com certeza conduzir todos os processos administrativos neste momento de enfermidade, até que Dom Jubal esteja novamente em plena capacidade de serviço.

Rogo ainda que, neste momento, toda Igreja Diocesana se una para se sentir “fortalecida com poder, mediante o seu Espírito.....e assim habite Cristo no vosso coração, pela  fé, estando arraigados e alicerçados em amor.” Efésios 3, 16,17.

Assim peço que nossas paróquias, missões e capelas estejam abertas para acolher o povo em oração. Peço que o clero, preferencialmente, dois a dois, separe um dia na semana para estar em oração, acompanhando e confortando Eleci em Santa Maria.

Irmãs e Irmãos, desejo que este seja um momento de unir  todos em um só coração, uma só fé e um só amor certos que Deus nos usa como “vasos de barro, para que a Excelência do poder seja de Deus e não de nós” II Corintios 4,7.


Do Vosso Primaz


Dom Mauricio Andrade

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

RETIRO DOS DELEGADOS LEIGOS E CLERICAIS

Dando continuidade ao processo de eleição do bispo coadjutor de nossa diocese, neste domingo, dia 1° de agosto, estiveram reunidos em retiro, na Catedral do Mediador em Santa Maria, os delegados leigos e clericais do 61° Concílio Diocesano, os quais são delegados do Concílio Extraordinário, que será convocado com o objetivo de escolher o bispo coadjutor de nossa diocese, o qual será nosso diocesano a partir de abril do ano de 2011, data em que Dom Jubal, nosso Diocesano entra na compulsória. O Concílio Extraordinário acontece no próximo 24 de outubro do corrente ano em nossa Catedral Diocesana.
O pregador do retiro foi o Revdo Stephen, pastor e teólogo anglicano, ingles que reside atualmente em Salvador-BA, onde atua na vida da Igreja. Também durante o retiro cada um dos reverendos indicados a candidato à bispo coadjutor pode se apresentar aos delegados com seus projetos e sonhos, caso venha a ser escolhido para o ministério.
Foi um encontro abençoado que aconteceu neste momento tão especial na vida de nossa Diocese.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

2º CONCÍLIO REGIONAL

Aos vinte e cinco dias do mês de julho do ano de dois mil e dez às dez horas da manhã nas dependências da Missão do Espírito Santo em Horizontina-RS, deu-se o início com a Celebração Eucarística o segundo Concílio Regional da Região Diocesana Noroeste, Diocese Sul Ocidental da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. Em seguida o Arcediado regional Reverendo Antônio Ryscak citou os assuntos a serem tratados. Estiveram presentes doze representantes de duas comunidades da Região Diocesana Noroeste, Missão do Espírito Santo e São Miguel e Todos os Anjos. Constata-se também a ausência dos representantes das Comunidades, Missão Santa Mônica, Ponto de Evangelização São Francisco e Ponto de Evangelização Santa Maria. Após foi feita leitura e estudo das recomendações e propostas do Concílio Diocesano. Em seguida foi feita uma longa explicação sobre o PED (Plano Estratégico Diocesano), onde surgiu vários questionamentos com relação do andamento do mesmo. Foi explanado pelo Rev. Arc. Antônio Ryscak e pelo Sr. Ricardo Cordeiro, secretário do bispado, sobre os cursos de formação que são oferecidos pela Diocese, através do CETESMA (Centro de Estudos Teológicos de Santa Maria) em parceria com o SETEK (Seminário Teológico Dom Egmont Machado Krischke, reforçando-se a idéia do grande e qualificado esforço que vem sendo feito na formação teológica na Diocese. A Região Diocesana Noroeste pede que a recomendação, “que se crie um Grupo Gestor formado por profissionais especializados, de forma voluntária, para ajudar na administração diocesana para saneamento das finanças”, se torne proposta no próximo Concílio Diocesano. Após o Rev. Arc. Antônio Ryscak apresentou o regulamento dos leigos, o qual é composto pelo texto do Cânon 10 dos Cânones Diocesanos do Regulamento dos Leigos mais a compreensão da Região do uso do termo sócio/contribuinte ao se referir as famílias membro, trazendo orientações quanto a vida da igreja regional. A partir de então este documento passa a ser observado em sua integra conforme aprova este Concílio Regional. Sendo assim concluído o segundo Concílio Regional da Região Noroeste, Diocese Sul Ocidental da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil as quatorze horas e trinta minutos. Nada mais havendo a tratar eu, Míriam Lopes Ryscak, secretária deste Concílio Regional, lavro a presente ata que depois de lida e aprovada será devidamente assinada.




domingo, 18 de julho de 2010

COMO LEIO A BÍBLIA?

Há alguns domingos atrás fomos colocados, pelo Calendário Cristão, diante de um texto bíblico que nos faz refletir sobre a leitura da Bíblia. O texto é do evangelho de São Lucas 9,51-56, onde Jesus e seus discípulos estão à caminho de Jerusalém e são levados a passar por um povoado de samaritanos onde querem se hospedar. Por causa de uma grande rivalidade religiosa e cultural existente entre judeus e samaritanos, a hospedagem foi negada. A reação dos discípulos Tiago e João foi citar um texto bíblico expressando o desejo de mandar descer fogo do céu.

A motivação da negação da hospedagem a Jesus e seus seguidores por parte do povo samaritano, bem como da reação dos discípulos, Tiago e João, é a grande rivalidade religiosa cultural existente entre Judeus e Samaritanos. Quando os habitantes do povoado samaritano perceberam que era um grupo de judeus a caminho de Jerusalém, sem pensar muito, negaram-lhes a hospedagem. Por sua vez, os discípulos tomados de grande insatisfação e raiva, imediatamente queriam o julgamento e condenação dos samaritanos.

A rivalidade entre judeus e samaritanos tem origem muito antiga. Vejamos que no livro de Eclesiástico, capítulo 50, temos o seguinte provérbio: “Há duas nações que minha alma detesta e a terceira que nem sequer é nação: os habitantes da montanha de Seir(Samaria), os filisteus e o povo estúpido que habita em Siquém” (Eclo 50,25-26). Deve-se ter, também, em mente quais os povos que habitavam o território de Samaria, os quais provem de inúmeros lugares como Babilônia, Cuta, Ava, Emat e Sefarvaim (Conf. 2Reis 17, 24). Esta mistura de culturas e raças, também tem misturas de crenças, uma diversidade de deuses, aos quais se construíram altares, o que seria muito estranho ao povo judeus que seguia o Deus único. E essa não aceitação dos judeus para com seus visinhos samaritanos, levava a julgamentos e condenações de uns para com os outros.

No texto do evangelho de Lucas 9,51-56 essa rivalidade faz com que dois judeus, julgando-se os corretos, religiosos zelosos lembram de um acontecimento na vida do profeta Elias descrito no livro de 2Reis em seu primeiro capítulo. Como “corretos” se concederam o direito de julgar e condenar, mas eis a resposta de Jesus: “não sabeis de que espírito sois. Pois o Filho do Homem não veio para perder a vida dos homens, mas para salvá-la”.

A condenação tem uma fundamentação bíblica, mas eis o grande problema deste tipo de citação da Palavra. Ah! Então quer dizer que pode existir problemas e distorções na citação da Bíblia? Sim! “Geralmente as pessoas se rendem a qualquer citação bíblica feita por outros para justificar preconceitos. Às vezes nós mesmos citamos as escrituras equivocadamente ou com outras intenções, com uma disposição, princípio ou ‘espírito’ diferente do evangelho. Qual era a motivação de Jesus? Ele mesmo afirmara que não veio ao mundo para destruir as pessoas, mas para salvá-las” (PÃO DA VIDA, Comentário ao Lecionário Anglicano. Ano C. Rev. Carlos Eduardo Calvani).

Como discípulos, seguidores de Jesus e batizados em seu nome, somos chamados a seguir os passos de nosso Mestre. Fazer o que Jesus fazia. Falar o que Jesus falava. Mas, quantas e quantas vezes somos tomados de ódio, rancor ou vingança e, quem sabe, até fazemos uso da Palavra de Deus para julgar e condenar nossos irmãos. Julgando-nos no direito de condenar alguém. Na verdade estamos é possuídos pelo mal e muito distantes dos ensinamentos de nosso Senhor. Estamos vazios de amor, o sentimento, que segundo Jesus, deveria reger nossas relações.

Este acontecimento narrado no evangelho de São Lucas nos faz refletir sobre a leitura da Bíblia. Como estamos fazendo uso da Palavra de Deus? Enfeite de gaveta ou estante? Livro de auto-ajuda? Ou fonte de Vida Plena? Segundo o apostolo Paulo “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para instruir, para refutar, para corrigir, para educar na justiça, afim de que o homem de Deus seja perfeito, qualificado para toda boa obra” (Timóteo 3,16-17). Mas, sempre deve ser lida e compreendida de acordo com seu contexto, nunca devemos citar versos soltos, sem olharmos o que vem antes e o que virá depois. Olhemos para o sermão do monte onde Jesus está ensinando seus discípulos e diz o seguinte: “ouviste o que vos foi dito: olho por olho e dente por dente” (Mateus 5,38), se isolarmos este versículo chegaremos a uma conclusão totalmente contraria aos ensinamentos de Jesus e a Lei do Amor, por Ele tão enfatizada. Mas, sigamos a afirmação se Jesus em seu verso seqüente: “Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa” (Mateus 5,39-40).

A leitura da Bíblia deve ser sempre em clima de oração, para que o próprio Deus através do seu Espírito Santo seja o guia e orientador. A Bíblia não é um simples livro de auto-ajuda ou algo semelhante, e sim a Palavra de Deus revelada na qual temos relatada “a estória de gente que, no meio da situação confusa, conflitante e contraditória foi dada a ouvir e ver a ação de Deus nos clamores e eventos humanos e balbuciar o que entenderam e ver novos horizontes” (Dom Sumiu Takatsu, Bispo da Diocese Anglicana de São Paulo)

Que Deus nosso Senhor, nos oriente e conduza na compreensão da sua Verdade. E que a seu Espírito Santo nos guie na superação de tudo o que diminui a nossa dignidade de seres humanos e filhos de Deus.

terça-feira, 22 de junho de 2010

1910-2010: 100 ANOS DE CAMINHADA ECUMÊNICA

Jesus em sua oração sacerdotal dirige-se ao Pai nos seguintes termos: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17, 20-21). Jesus sabia das limitações humanas e sabia que na caminhada da Igreja surgiriam divisões, por isso, dirige-se ao Pai, em oração, pedindo que este nos conduza a unidade.
A demonstração de que a Igreja iria ter divisões aparece ainda na Bíblia no livro de Atos dos Apóstolos em seu capítulo 15, onde é relatada a primeira controvérsia na recém nascida comunidade cristã. A discussão surge quando o números de novos convertidos começa a aumentar grandemente, sendo que nem todos estes eram provindos do judaísmo, dessa forma, não eram circuncidados. A questão era: eles tinham ou não tinham que se submeter a lei mosaica? Mas, sob inspiração de Deus o problema foi resolvido e a Igreja continuou sua caminhada unida, embora ainda não tivesse uniformidade na sua forma de ser e orar.
O primeiro cisma que marcou a caminhada da Igreja Cristã conhecido como o “Grande Cisma”, o “Cisma do Oriente” ou ainda “Cisma Oriente-Ocidente, aconteceu no século XI especificamente no ano de 1054. O Ocidente tendo como centro Roma e a liderança de um Papa, o Oriente tendo como centro Constantinopla e a liderança de um Patriarca.
Este, o Grande Cisma, surgiu por uma questão teológica relacionada a pessoa do Espírito Santo e sua procedência. Outro cisma, também motivado por questões teológicas relacionadas as indulgências foi liderado pelo monge agostiniano Martinho Lutero. Sendo um grande teólogo queria propor uma reforma na Igreja Católica, pois na sua análise havia certos exageros e grande distanciamento do Evangelho na caminhada da mesma. Ao não ser compreendido acaba liderando o que ficou conhecido como “Reforma Protestante” e que lhe rendeu a excomunhão em 1521.
A Igreja cristã localizada na Inglaterra, já sofrendo influências da Reforma Protestante, também clamava por reformas. Enquanto isso surgia uma briga entre o Rei da Inglaterra e o Papa da época. Dessa forma por questões pessoais e políticas o Rei Henrique XIII proíbe qualquer interferência de príncipe estrangeiro em seu reino, declarando-se senhor de tudo, e com apóio de grande parte da liderança da Igreja local a separa definitivamente de Roma em 1534.
Temos assim as três grandes correntes do cristianismo: o Catolicismo (romano e ortodoxo), o Protestantismo e o Anglicanismo. É claro, que depois disso surgiram outras correntes.
Este cenário de divisões só começou a mudar em 1910 com a Conferência de Edimburgo, que pode ser considerada o princípio do movimento ecumênico contemporâneo. Esta conferência reuniu diversos representantes de sociedades missionárias protestantes de diferentes ramos do protestantismo e do anglicanismo e um convidado ortodoxo. Seu centenário será celebrado neste mês de junho, a organização quer que este evento seja “um tempo de ação de graças pelo progresso que Deus tornou possível na missão”.
Em 1948 nasce o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) em Amsterdam, Holanda. O CMI tem sua sede em Genebra, na Suíça, e congrega mais de 340 igrejas e denominações em sua membresia, sendo estes protestantes, anglicanos, pentecostais e de algumas linhas mais modernas. A Igreja Católica Romana não é membro pleno, mas faz parte de algumas comissões que integram o Conselho.

Em 1982 é fundado o Conselho Nascional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) em Porto Alegre-RS. Atualmente sua sede é Brasilia e é composto por seis igrejas: Católica Apostólica Romana; Cristã Reformada; Episcopal Anglicana; Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; Ortodoxa Sírian do Brasil; Presbiteriana Unida.
No Brasil já foram organizadas três Campanhas da Fraternidade Ecumênica, no ano 2000, 2005 e 2010. Em Horizontina viemos lutando pela superação de nossas diferenças há vários anos e desde o ano de 2009 temos encontros mensais de freis e pastores, além de inúmeros cultos ecumênicos: Culto pelo Dia Mundial da Oração, Culto Ecumênico pela Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e neste ano de 2010 celebramos um culto ecumênico para marcar a terceira edição da Campanha da Fraternidade Ecumênica. E assim vai se realizando o pedido da oração de Jesus, nosso Senhor e Mestre, as diferenças teológicas e culturais vão sendo superadas e passamos ver e reforças aquilo que nos une.
Todos aqueles que são batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, sendo assim discípulos de nosso Senhor Jesus Cristo, são chamados a seguir os passos do Mestre, ouvir seu chamado e lutar contra tudo aquilo que divide(diábolos) e nos torna menos humanos. Digamos sim ao chamado de Deus.
(texto publicado no Jornal Cidade Comunitária de Horizontina, de 1 de junho de 2010, 7º Edição)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

XXXI SÍNODO GERAL da IEAB

Aconteceu de 02 a 06 deste mês de junho de 2010, na cidade de Embu Guaçu estado de São Paulo, a 31ª edição do Sínodo Geral da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e a mais uma edição da Confelider.
Acompanhemos todas as noticias a respeito e documentos destas importantes reuniões de nossa Igreja através do serviço de notícias da IEAB: http://sn.ieab.org.br/; e também no próprio site da IEAB: http://www.ieab.org.br/sinodo/.
Não vos conformeis com as estruturas do sistema deste mundo, mas transformai-vos pela renovação profunda dos vossos sentimentos e pensamentos, a fim de discernir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a Ele, o que é perfeito” (Romanos 12,2).

Que Deus abençoe a caminhada desta pequena célula de sua Igreja.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

RETIRO DE PENTECOSTES

Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas... Até os confins da terra” (Atos 1,8)

Convidamos a todos para o Retiro de Pentecostes que acontece neste dia 30 de maio. Das 9h30m às 17hrs. Na Missão do Espírito Santo de Horizontina. Será um momento abençoado de oração, reflexão e adoração. Para sabermos quem é o Espírito Santo e como atua na Igreja, e assim podermos adorá-lo verdadeiramente.

Convide sua família, amigos e participe. Permita que Deus lhe proporcione este momento de benção.

Pregadores: Rev. Antônio Ryscak e Rev. Rodimar Pinto Lopes